segunda-feira, janeiro 29, 2007

Implicâncias

Se todos no mundo fossem como você e seu pai, esta vida seria um paraíso. ( Ogniov) Tchekhov

No ano em que Tom Jobim iria completar 80 anos não fosse a morte inexorável lhe atingir, a gente lembra da frase de Tchekhov e aprende a dar valor ao produto interno lapidado pelos hábitos livrescos importados da Europa. Mas também eu, dona de uma originalidade espetacular, invento frases. Veja: “ Dispensável é mesmo o amor, o mais provável é ser feliz sozinho.”

23 comentários:

Alter-egos disse...

:- | obrigado, dona L.. Foi um algo que fiz com muito muito carinho...

Mas há algo a se pensar: a gente escreve é pra ser mais amado, a gente se move é pra ser mais amado, a gente faz orkut é pra, ri é pra, chora é pra ser mais amado. O amor é dispensável? por que queremos ser amados?

Alter-egos disse...

acho que falei demais. pra onde eu me movo esbarro em alguma coisa. ai.

Anónimo disse...

Adorei, Lulu, esse é engraçado... Estou com saudades! vamos combinar alguma coisas pra esses dias?

beijos

julia disse...

ah é a Julia quem escreveu esse anonimo aí, esqueci de assinar!

Luciana Consalter disse...
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Brian Wilson disse...

Acho Tom Jobim um saco.

Pura implicância, claro.

Hernan disse...

"Feliz" e "sozinho" são um contracenso (como se isso desmerecesse o provérbio).

Screw Jack disse...

Bela frase L.

Visitarei esse espaço com mais frequencia!

Beijos

Lux Luxo disse...

Bom, vou expor minha singela opnião por achar que estou entre amigos, aliás, confio nisso. De fato eu não estou autorizada a falar de soludão por que nunca, em toda a minha vida, estive só. Amor é outro assunto do qual eu devia me manter longe, já que entendo bolhufas sobre, a não ser o quê está convencionado, a saber, quer o bem de outrem etc. Eu acho que só sou um pouquinho implicante.

Screw Jack disse...

Rs,rs...

Não não não... aquele à esquerda é o armando quiproquó, que tbm escreve no blog

escrevemos em tres, eu, ele e mais um maluco que nunca escreveu...

E sim, vc pode escrever palavras d ebaixo calão lá, somos moderninhos!!!

hihihi

Bárbara disse...

já eu acho tudo errado, a saber, coisa nenhuma, tanto fazendo a roupa que uso quando porventuras houver p convite praquele samba lá.

luciano indignado disse...

=)
beijos

Alejandra disse...

Me adjudico el derecho de respuesta y me concedo hacerlo en mi propia lengua, el castellano. Soy de nacionalidad mexicana, comencé a realizar una investigación de cómo es visto mi país en el exterior, particularmente en el sur del continente, la experiencia en la búsqueda de información en la internet a propósito de México me ha permitido hallazgos interesantes, como el citado en su blog, entiendo que México es para la mayoría de suramericanos un drama cotidiano, o bien un grupo musical de pésima calidad, esta afirmación proviene de lo que hasta el momento he podido leer en la opinión de una parte significativa de la población de su país, evidentemente no interesa cambiar la opinión pública del brasileño común, sin embargo es también el reflejo del nivel cultural en cada lugar.

Me explico: Viví en Europa durante algunos años y la percepción occidental de la cultura mexicana es más afortunada de la que se deja ver en su país, lo cual corresponde al nivel cultural alto de los europeos, en el caso de países como Colombia, Venezuela y Brasil hay una severa limitación de la difusión de la cultura mexicana, es verdad que hay una responsabilidad compartida tanto por lo medios de comunicación como por las decisiones de cada nación respecto a lo que permite y difunde, es decir si bien es cierto que la producción televisiva en México que se difunde a los países del sur del continente es mediocre, obedece también a que es eso justamente lo que cada pueblo está dispuesto a consumir, por tanto vale la pena hacer una reflexión de aquello que se observa de una realidad mucho más compleja.

Este es un llamado de atención sobre los estereotipos que se adjudican a cada pueblo, puedo como mexicana que ama el país, la cultura y las antiquísimas tradiciones que conforman el estado nación mexicano, afirmar que estigmatizar un país a partir de lo que los medios de comunicación de dudosa calidad venden, es un pésimo referente de una sociedad y su cultura, además de ser altamente limitado. Considero pertinente comentar que las telenovelas y la música comercial que se vende en su país, en el contexto de México están destinadas a los estratos sociales menos favorecidos en el aspecto educativo y económico, poner un estereotipo es fácil, en contraste se requiere un mayor esfuerzo mental y de iniciativa, al intentar conocer de manera profunda algo antes de hacer un comentario deliberado, en otras palabras lo recomendable es hablar, escribir y opinar con responsabilidad.

Sería mucho más grato para nosotros los mexicanos tener como referencia un Octavio Paz (premio Nóbel de literatura), poetas como Carlos Pellicer, Jaime Sabines, escritores como Carlos Fuentes, Juan Rulfo, etc; pintores como Diego Rivera, Frida Kalho, Francisco Toledo; cantantes como Lila Dows, en fin los ejemplos son numerosos. Un país llamado México como territorio que alberga solidariamente a los perseguidos políticos, desde lo exilados españoles en la época del dictador Francisco Franco, o perseguidos del régimen stalinista a León Trotski.

Sería ofensivo, vulgar e irresponsable suponer que Brasil es un país limitado al fútbol o a los carnavales en donde se muestra a las mujeres como objeto sexual, o donde la impunidad albergó a los genocidas nazis, cierto? Es mejor no entrar en polémicas estériles, solamente me interesa dejar una opinión distinta y compartir una visión diferente.

Saludos cordiales
Alejandra

Lux Luxo disse...

Alejandra, eu também me reservo o direito de responder em português, minha língua. Não para exaltá-la, não por algum tipo de patriotismo, mas por que é a única que sei falar e escrever. Pois bem, aqui, neste pais, é verdade, alguns subjulgam a cultura mexicana e até mesmo a de nossos vizinhos, por ignorância, claro. Porém, posso lhe assegurar que, nem todos os brasileiros acreditam que o seu pais é sinônimo de novelas melodramáticas.
Mas deixa eu lhe explicar o que acontece com as novelas que são importadas de seus pais pela rede de tv, Mais precisamente SBT. Têm uma audiência enorme. Posso ainda arriscar dizer que elas já fazem parte de nossa cultura, talvez tão mais que da sua, a Mexicana. Quando usamos um termo como: Sua vida parece uma novela mexicana; não, de forma alguma, lembramos do México Pais, mas sim da tragédia que acontece às personagens das tramas. É verdade que agente usa esse termo de forma desagradável, mas é mais ou menos como agente diz: Sua vida virou uma tragédia grega. Mesmo assim, a maioria de nós, brasileiros, não acredita que a Grécia parou no tempo, que lá só há tragédia. Entende?
Gostaria de explorar um pouco mais este assunto, mas estou, no momento, sem a disposição requerida.
E sim, aqui é o Pais do futebol, das mulatas que rebolam no carnaval feito objeto, e o que acontece no dia a dia é pouco digno de nota, já que o que brasileiro gosta de fazer mesmo é falar de futebol e mulher. Levará um tempo até que o Brasil cresça como Pais sério, dando atenção à questões mais sérias, bem como o crescimento intelectual do povo.
Bom, quero lhe dizer que compreendo sua pré-ocupação com a imagem do seu pais, mas não se pré-ocupe mais, aqui somos amigos.
Saudações cordiais,
Lussandra.

contra disse...

Dizem que Diogenes se masturbava em praça pública. Ou seja, a felicidade não é uma preocupação tão constante na vida de um solitário. :P

contra disse...

Outra: quer dizer que o México não é um país de cucarachas, tequila, dramalhão mexicano e miguelitos? Porra, fui enganado. Maldito Sílvio Santos!

Alter-egos disse...

:- | é o chamado ultra-realismo, quando o real é montado de alguma forma irreal. Exemplos: Faroeste americano: Os índios eram realmente aqueles demônios?; Outro: São Paulo/ Rio não são a desgraça de morte e destruição pregada por J. Luis Datena. ou é?

Alter-egos disse...

:- | esqueci, quase: essa falsa realidade vira metonímia para outro lugar ou tempo, até que saiamos de nossas prisões/casas e formos até lá e confirmar a verdade ou mentira.
:- ) O Serennus fala igual a professor, ás vezes.
:- | tá nos genes, lembra? a vovó e mais 3 tios nesse ramo...

Lux Luxo disse...

É o que há para ser feito, A.E., se não, seremos sempre meros pré-conceituosos, que é o mesmo que ignorantes, e fortalece a gênese da burrice.

Anónimo disse...

A vida de um vale mais que a do mundo inteiro e cada ser humano é um universo.
Antigo e novo testamento.

aSS: d.

Anónimo disse...

Ah, completando: Nesse caso, quero dizer, só é possível ser feliz sozinho.
Ass: d.

Anónimo disse...

apenas uma observação: a gente, não agente...

Lux Luxo disse...

Desculpe e obrigada, foi um desleixo.