terça-feira, novembro 28, 2006

Ceticismo Desci um dia ao tenebroso abismo, Onde a dúvida ergueu altar profano; Cansado de lutar no mundo insano, Fraco que sou, volvi ao ceticismo. Da Igreja - a Grande Mãe - o exorcismo Terrível me feriu, e então sereno, De joelhos aos pés do Nazareno Baixo rezei, em fundo misticismo: - Oh! Deus, eu creio em ti, mas me perdoa! Se esta dúvida cruel qual me magoa Me torna ínfimo, desgraçado réu. Ah, entre o medo que o meu Ser aterra, Não sei se viva p’ra morrer na terra, Não sei se morra p’ra viver no Céu! * Todos sabem de quem é, mas eu dou uma palavra bonita( que eu ainda vou procurar) p'ra quem acertar o nome do magrelo.

7 comentários:

Lou H. Mello disse...

Poderia ter sido eu, não fosse meu estado atlético, um pouco além da magreza.

Lux Luxo disse...

Lou, a arte já existe antes de aparecer, não é?
Poderia ter sido qualquer um, não?

Alter-egos disse...

sei não quem é, ó. Gregorio de Matos? Bandeira? Latino? hum.

Alter-egos disse...

:- | aquele padreco, o Antonio Vieira. Quem é?

contra disse...

falar com Anjos pode deixar qualquer um mudo. ou cético.

Lux Luxo disse...

Aê, contra deu a dica.
É o vencedor!
( Gente, não sei onde tomei esses ares patéticos. eu ando uma ridícula!)

Bárbara disse...

o pior é que eu imagino tuas declamações, aí a casa cai auhauhauhauhauhuah