segunda-feira, abril 24, 2006

Do amor.

Serennus, minhas idéias são ridículas, pusilânimes, visto que as pobres estão aqui emaranhadas a dez bilhões de células nervosas, prensadas em 1,4 kg de massa cinzenta e branca. Só pode ser daí que vem a idéia que tenho do amor, não daquela viscera oca que só serve pra bombear sangue. Mas sim, sobre o amor doce e o que é cantado por aí, sei de nada não. Consigo apenas supôr que tal sentimento é suscitado na pobre vítima ou no alegre enganado de acordo com a educação deste. Aí entram as questões culturais, uma forcinha do lobo frontal e outra do lobo occipital.

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