terça-feira, setembro 20, 2005

Ó cruel matemática, dona da exatidão, por que se me apresenta assim, sem disfarces, sem falsetes, absoluta, tão singela? Acaso quis a organização me falhar, e tudo me parece caos. Mas se não é para me confudir , então, que rigor é este em teus sistemas, que disciplina natural. Temo-te! Como não? Então achas mesmo que não é para cismas, que devo crer que por trás de ti segredo algum se esconde? Ó pobre mim! Aí, aí de mim que posso reconhecer que nem São Tomé te duvidaria, certeza. Senhora dos cálculos, meu rancor por ti, saiba, é oriundo do desprezo que reservas à minha intuição, é por que impusestes grandiosas barreiras para o vigor de minha imaginação e, se mais não digo é para não desperdiçar o tempo de que preciso para caçar um canto de chorar. Idem.

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