terça-feira, novembro 30, 2004

Face as últimas eleições americanas, está instalada firmemente a cultura do terror nos tempos atuais e vindos, por desejo mórbido e insondável dos constituíntes americanos. Kurt Gödel descobriu quando prestes a se tornar cidadão americano, uma falha na constituíção que permitiria a um ditador assumir o poder legalmente. Foi convencido a não mencionar a descoberta por um amigo de nome Oskar Morgenstein, sabe-se lá que morte bárbara o aguardava, caso o fizesse. Por essas e outras é que não me assusta o bedelho americano metido onde não é chamado. A Venezuela é a quarta potência petrolífera, o ouro negro suscita neste chefe do estado americano e em seus seguidores ávidos uma ganãncia monstruosa, tornando-os competentes ao que se refere a planos mirabolantes e engenhosos. O golpe de 2002 é de uma extravagância, de um terrorismo, que me torno simpática ao O. B. Laden. O senhor Pedro Carmona, marionete de seus interesses mesquinhos e do sedento Bush, no único dia em que esteve nas depências do Miraflores como presidente da Venezuela, assaltou descaradamente o cofre do erário. Hum, uma vergonha, caso eles tivessem. Mas nem por isso o senhor Chavez, mesmo tendo comido o quiabo que o cão amassou, deixou de retratar em carta ao Bush toda a sua disposição de prestabilidade ( se é que alguém presta) ao governo estadunidense eleito. Depois que a porta dos infernos se abre, ninguém mais fecha. .............................................................. Grandes Frases. ( Como nas revistas Veja) "Eu gosto é de dormir." Julia Durante uma festa de "adultos". "A vida é para ser exaltada, não destruida dessa forma!" Julia Se referindo ao maço de cigarro consumido numa noite de sexta. "Eu te processo!" L.M. À um cachorrinho que ameaçava mordê-la. "Au, au." cachorrinho

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