segunda-feira, agosto 30, 2004

A número 1.

Tenho uma leitora, nunca pensei que conseguiria tal façanha, mas consegui! Se não fosse minha ilustre leitora Bar, meus recados entojados não encontravam eco nunca, viveria eu no anônimato, me espatifária no esquecimento, uma vez que outros visitantes desta espelunca não dominam a lingua portuguesa. Quando muito é uma mexicana, que me entende pouco, a saber, de pouco para nada. Tem ainda um rapaz da Thaylandia, mas o pobre, já verifiquei, não entende uma dessas palavras minhas. tsc, tsc. Mas eu tenho a Bar, ela me aprecia, ela sim, é minha leitora assídua, e eu, que nunca pensei ter um leitor p'ras minhas letras reclamonas, consegui um, um número um, uma fã, que me reclama a ausência, que quando assoberbada não posso deixar apenas um recadinho, lá está a Bar, na caixa de comentários, me chamando ao dever de atendê-la, querendo ler-me. Isso, meus caros, é um grande feito! ter um leitor é ter responsabilidades, é ter um nome a zelar, é ter com quem se preocupar. E digo mais; quem tem leitores do porte de Dona Bar, encontra alento. E não por agradecimento que gosto das letras dela um tantão assim, é por achar lindo tudo que ela escreve.

3 comentários:

Bárbara disse...

ah, minha filha. eu gosto e reclamo e procuro mesmo; tenho direitos, dentro daquela nossa programação, as amiga de infância que não tiveram infância, não tenho não? Explico: gosto de seus acentos tortos, sua métrica em decadências, das pitadas desse pessimismo disfarçado. etc. assino aonde pro fã clube?

Lux Luxo disse...

A senhora nem precisa assinar, já está devidamente cadastrada em nossos arquivos, aliás, encabeça a página.
Pois é amiga, essa minha insistência, precedida de incompetência para a escrita, faz rir quem se atreve ler. Divirta-se sempre, viu?
Estou piorando a cada dia.

Roberlan disse...

ei... eu também sou seu leitor... :-(